

Dentro dessa mentira paira, entre outras, a tristemente célebre mentira chamada Conselho de Segurança. Para começar, é formado pelas cinco nações que mais fabricam armas de destruição em massa. E tem poder de, deixar ou não, destruir um povo inteiro, por exemplo.
A ONU existe para não deixar ninguém ou nada ocupar verdadeiramente o lugar pacificador para o que foi criada. Os cúmplices do globo são forçados a contracenar com o império. Vamos ao insólito, então.
Fonseca acha que o homem jamais chegou à lua, a não ser em filmes de laboratório. Coloca suas razões. Vamos a 1969 quando teria acontecido a primeira viagem. Uma dessas geringonças pesadíssimas, mesmo para a gravidade da lua, necessitando de toda aquela parafernália de Cabo Kennedy para decolar, atravessa a estratosfera terrestre, em manobra como sabemos de extrema complexidade, entra na órbita da virgem lua e, digamos, aluniza, sem qualquer preparo prévio.
Chegando deram três pulinhos. Uma graça. Fonseca acha que deixaram de fazer a única coisa que deveriam: fotografar a Terra. Essa mentira em especial deixou muitos rastros e pegadas no local do crime. Depois, sem preparo algum, decolam da lua, reacoplam, voltam felizes e contentes.
Uma sofisticadíssima nave espacial do tipo Discovery em tempos atuais, só para fazer a primeira parte da novelesca conquista da Lua sem problemas, como, por exemplo, explosões. E levam quatro anos para realizar nova tentativa, coisa e lousa.
A nave que teria ido à lua voltou lá no mesmo ano. É mole? Manjam 69? TV preto e branco, válvulas, carburador...
Mentem sobre o Iraque, o Vietnã, a Princesa Di, o comunismo no Brasil, para justificar o golpe de 64, os Ets aprisionados em um campo do exército, invasão de marcianos, e sobre o que quiserem. Diante da propaganda americana, para Fonseca, a de Hitler era fichinha.
Essa modalidade de hipnose globalizada que tem reprodutores em todo o mundo paralisa os cérebros e desvia as atenções. A questão – só para citar um exemplo - não é se o Iraque tem ou não tem bomba atômica. A questão é: porque alguém tem?
Ou se quiserem: alguns países têm direito de matar e outros não. Corrijam Fonseca, se for o caso. Alguém já questionou isso publicamente com veemência? Será que isso é o tal afinamento com a política dos Estados Unidos via FMI?
Fonseca nunca viu. Nem eu.


